O modelo de desenvolvimento dos países desenvolvidos assenta no consumismo, na felicidade que resulta da posse de bens materiais. 

Enquadramento

No Butão, mais importante que o PIB – Produto Interno Bruto, temos o FNB – Felicidade Nacional Bruta” que leva em conta factores como desenvolvimento sócio-económico duradouro e equilibrado, a preservação do ambiente, a promoção da cultura e a boa governança.
O PIB é eficiente em medir a quantidade de riqueza que um país consegue gerar com suas actividades produtivas – comércio, indústria e serviços, por
exemplo. E os governos usam-no para formular as suas políticas públicas, procurado formas de gerar mais riqueza e de forma mais rápida.

O Butão, que sempre teve um conceito especial de era moderna, considera que o problema não é a falta de meios para produzir riqueza, mas, como
esta riqueza é produzida e distribuída.

O modelo de desenvolvimento dos países desenvolvidos assenta no consumismo, na felicidade que resulta da posse de bens materiais. Contudo, os pensadores actuais começam a difundir a mensagem que o progresso material não é o único meio para satisfazer as aspirações humanas (para bem de todos, incluindo das gerações futuras). A resposta está longe do consumismo e situa-se no imaterial, num estilo de vida que valoriza a convivência com a família e os amigos, nas conquistas diárias, na nossa valorização e na dos que nos rodeiam.

Transportando o conceito para o mundo das organizações não podemos esquecer que o ponto de chegada na viagem pela vida é a felicidade, pois, a estrada da carreira profissional pode levar ao sucesso, o que não implica necessariamente que os faça felizes. E todos sabemos que pessoas felizes contribuem para um melhor ambiente de trabalho, elemento essencial à produtividade.

Programa
  1. O modelo de desenvolvimento dos países desenvolvidos.
    1. Estilo de vida que caracteriza as sociedades actuais.O consumismo e os bens materiais. 
    2. Fontes de alegria e felicidade humanas.
  2. Necessidade e conceito associado ao índice de Felicidade
    1. O material e o imaterial
    2. Organizações felizes.
  3. Felicidade Interna Bruta versus PIB – Produto Interno Bruto.
    1. As limitações do Produto Interno Bruto (PIB).
    2. A experiência do Butão
    3. Dimensões do FIB.
    4. A aplicação prática do FIB na comunidade internacional.
    5. FIB como sucessor das Metas do Milénio?
    6. Portugal e o Índice de Felicidade.
  4. Aplicação do conceito às organizações.
    1. Em que valores se apoia a sua cultura?
    2. Os estudos de clima estão orientados para revelar o ambiente que se vive na organização?
    3. Existem parâmetros para além da satisfação?
  5. As ferramentas de recursos humanos devem acompanhar as tendências actuais e responder às necessidades dos colaboradores.
    1. Sistemas de gestão de carreiras, progressão e talento, formação e desenvolvimento de competências, entre outros.
  6. Utilizar o índice de felicidade como indicador de satisfação das pessoas e relacione-o com outros indicadores como a produtividade.
Objetivos
  • Reflectir sobre o modelo de desenvolvimento que tem sido prosseguido nos últimos anos e as suas consequências ao nível da cultura organizacional, ambiente de trabalho e bem estar dos colaboradores;
  • Compreender porque emerge um novo conceito que desafia os modelos actuais de desenvolvimento;
  • Compreender e ajustar o sistema de gestão de recursos humanos da organização ao novo conceito de qualidade de vida;
  • Aplicar ferramentas que permitam diferenciar a organização no mercado.
Duração

Duração: 7 horas [Ação de Sensibilização]

O programa desta ação de sensibilização pode ser adaptado em função das necessidades da sua organização. Consulte-nos!